quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Geração em Crise


Nesta semana fui surpreendido com uma declaração de um jovem em potencial,  vivendo em crise com seus sentimentos e pedi a ele a autorização para publicar aqui. isso mostra que todos nós somos passivos de enfrentar crises o que é louva-viu é saber e aceitar a realidade que estamos em crise e como sair dela, então fica a dica a você caro leitor.


"Eu faço escolhas erradas, cometo erros, magoou algumas pessoas e sou magoada varias vezes. Mas sou apenas um humano, todos cometem erros e aprendem com seus erros. Às vezes apaixonar-se é um erro, ás vezes chorar é um erro, às vezes insistir em um amor que não tem como dar certo é um erro, mas mesmo sabendo que é um erro, eu continuo tentando e tentando, errando até acertar e por fim, deixando de errar".

Para você amigo!

Então aqui foi o resumo da minha orientação um pouco humanista rsrs para melhor compreensão.

"Lembro-me que nunca fui bom em escolhas. Na escola eu escolhia meu caderno pela capa, mas odiava as folhas pautadas em azul, pois sempre gostei de folhas pautadas em preto. Logo, eu tinha que comprar um novo caderno, com folhas pautadas do jeito que eu gosto, e fazer uma montagem com fotos de revista, colando com cola bastão. Depois era só finalizar com papel contact, e tava lindo, mas não do jeito que eu queria, com a capa pronta do desenho da moda e as benditas folhas pautadas em preto.

Foi aí que eu descobri que nunca fui bom em escolhas. Por mais que eu ficasse horas decidindo, sempre saia alguma coisa errada. Nunca soube escolher lugar na escola. Sempre sentava na frente e era odiado apenas por este fato. No fim do ano eu já tinha virado monitor da sala e orador da turma, quando na verdade eu só queria um coleguinha pra brigar por ter tomado o meu Toddynho.

Nunca soube escolher amigos. Já andei por anos com as meninas de óculos fundo de garrafa, saia comprida e rabo de cavalo, mas o papo sobre ditongos e as discussões sobre Baskhara nunca foram interessantes pra mim. Eu gostava do grupo dos encrenqueiros e populares, e assim sendo, um dia fiz parte da turma. No fim, eu só me envolvi em confusões que não eram minhas, como xingar a mãe da professora e empurrar um grupo de CDFs da escada.

Nunca soube fazer escolhas, mas aprendi a me conformar com as erradas.

Vou morrer sem saber fazer escolhas, mas pelo menos aprendi a queimar meus cadernos antigos, a empurrar a carteira pro meio da sala e esnobar os encrenqueiros sem perspectiva de vida".

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Verdadeiros Sacerdotes


VERSÍCULO:
Os sacerdotes e os levitas se purificaram cerimonialmente, e depois purificaram também o povo, as portas e os muros.  (Neemias 12:30)

PENSAMENTO:
Deus colocou cada um de nós num circulo de influencia. Antes de tentarmos “limpar” as pessoas ao nosso redor, vamos primeiro nos oferecer a Deus para sermos consagrados e purificados por sua graça. Depois, vamos viver de tal forma que mostramos o impacto daquela santidade nas nossas vidas. Jesus disse que devemos tirar a tora do nosso próprio olho antes de tentar limpar o olho de outra pessoa. Para líderes em qualquer nível, uma “vida santa” é essencial antes de chamar outros à santidade! As maiores renovações espirituais começam quando lideres primeiro se consagram perante Deus e sua obra.

ORAÇÃO:
Ó Pai no céu, perdoe-me pelos meus pecados. Eu quero ser puro e santo, purificado pelo seu Espírito e perdoado pela sua graça. Por favor, abençoe-me na minha busca de viver uma vida santa perante aqueles no meu circulo de influência. Eu preciso da sua ajuda poderosa para ser o exemplo e pessoa de caráter que o Senhor quer que eu seja, e que meus amigos precisam que eu seja. Peço isso no nome de Jesus. Amém.







Venha você que tem um chamado de Deus pra ser um líder em potencial a participar do curso de lideres ministerial, ministrado na Igreja Batista Nova Vida em Santa Efigênia  telefone pra contato: (98) 88991815 Pr. Wllace Eduardo.

A INTIMIDADE COM DEUS


Quanto mais próximos de Deus, mais ele vai mudar nossas vidas! A mudança em nossas vidas, na vida no “nascido de novo”, deve ser uma realidade. Quando nos convertemos na direção de Cristo, de um relacionamento com Ele, nossa vida sofre uma mudança. Não tem jeito. Não existe conversão sem mudança de vida. Aquilo que idealizávamos ser antes de Cristo entrar na nossa vida é alterado no momento da conversão, pois neste dia, em que entregamos nossas vidas ao senhorio de Jesus, passamos a idealizar um André semelhante a Cristo, o João semelhante a Cristo, a Maria semelhante a Cristo. Existe uma mudança de mente. E esta mudança de perspectiva, nos leva a ter atitudes diferentes. Se esta mudança não é clara em você, com certeza existe algo de errado.
A partir do momento em que começamos a correr a corrida que nos é proposta, que passamos a nos relacionar com Deus, quando o pecado volta a fazer parte da nossa vida, passamos a ter um obstáculo em nosso relacionamento com Deus. O pecado mina nossas vidas, nos traz culpa, nos traz vergonha, nos traz um sentimento amargo. E neste momento de derrota e tristeza, a “nova criatura” percebe que ofendeu a Deus e que a relação com Ele foi afetada. O pecado nos separa Dele, pois Nele não há comunhão com o pecado. Neste momento o que nos resta é se humilhar diante Dele novamente, tomar posse do sangue de Cristo sobre as nossas vidas e receber o perdão pela graça de Deus. O arrependimento é essencial para termos um relacionamento íntimo com Ele.
João vai dizer em 1 João 5:18 que “aquele que é de Deus não peca” e também em 1 João 2:1 que “se alguém pecar existe um Advogado para nos perdoar”. Algo muito claro nos textos de João é que o pecado na vida daqueles que se relacionam com Deus é a exceção e não a regra. Quando o pecado se torna comum em nossa vida, quando o pecado não abala nosso relacionamento com Deus, é provável que este relacionamento já nem exista ou talvez nunca chegou a existir. Quando o pecado chega ao ponto de não nos abalar, é porque chegamos ao ponto da Palavra de Deus não ser, definitivamente, a realidade das nossas vidas.
Algo que tem afetado esta geração é se conformar com a ideia de pecar e achar que está tudo bem, se apropriando da graça de uma maneira completamente equivocada, como uma muleta. Se vivemos achando que mais pecado aqui ou ali, que do jeito que está “da para levar”, pois a graça de Deus me perdoa, tenho uma péssima notícia. Este tipo de mentalidade não é incentivado em nenhum lugar das Escrituras e não é compatível com um cidadão do Reino. Em todos os instantes somos exortados a sermos santos como Ele é, a sermos irrepreensíveis como Ele é, a caminharmos em um caminho que nos leva a ser homens perfeitos, semelhante a Cristo.
Pedro, no final de sua segunda epístola cita as cartas de Paulo (que tratam muito sobre a graça), dizendo que os ignorantes e instáveis torcem as palavras de Paulo e também de toda a Escritura para própria destruição. No versículo 14 do capítulo 3 de 2Pedro, entretanto, é dito: “para serem encontrados em paz, imaculados e inculpáveis”. Paulo diz que onde abundou o pecado superabundou a graça e continua com a pergunta: “continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma!”. Hebreus 10:19-31 também nos traz um clara ideia da perspectiva bíblica acerca de como o pecado deve ser encarado pela nova criatura.
1 Pedro 1:16 - pois está escrito: “Sejam santos, porque eu sou santo”

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Corpos Básicos de Cristo

Paulo escreve (Fp 2.5): "Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha". Ele escreveu isso da cela de uma prisão. Preocupado com o bem-estar dos crentes de Filipos, ele diz que está enviando Timóteo para ver como estão.

Então ele diz (2.20): "Pois Timóteo é o único que se preocupa com vocês como eu me preocupo e é o único que, de fato, se interessa pelo bem-estar de vocês". E acrescenta (v.21): "Pois todos os outros se preocupam com os seus próprios interesses e não com os de Jesus Cristo".
Creio que hesitamos em dar à célula o nome de "Corpo Básico de Cristo" porque estamos agora na terceira geração, receosos de fazer novos ajustes em estruturas que se tornaram confortáveis. Mas nós não temos a "mente de Cristo".

Não estamos experimentando o testemunho da conclusão mostrada em 1Co 14.24,25, na qual a observação de um grupo faz com que a presença e o propósito Dele sejam expostos de tal maneira que incrédulos visitantes exclamem prostrados: "Deus está entre vocês!"

Quando decidimos chamar a célula por seu nome bíblico, "Corpo de Cristo" ("Agora vocês são o corpo de Cristo!"), temos de começar a funcionar em um nível sobrenatural.
Para a igreja atual, isso não é "normal". Então nós funcionamos em células que não são "normais", que não têm "a mente de Cristo" e não dão atenção ao seu papel, que é serem canais para que Ele revele Sua presença. Oikonomos e Oikodomeo ainda são palavras teóricas para as células.

Vamos encarar o fato: relutamos em renomear "Grupos Vida" e chamá-los de "Corpos de Cristo" porque não sabemos como funcionar no novo termo sem nos sentirmos embaraçados. Ter a "mente de Cristo" significa que Ele está no controle da vida e atividade do corpo. E se nós encalhamos e tememos fazer a mudança para o próximo patamar, estamos na verdade evitando ter "a mente de Cristo". Grupos de Comunhão distam um reino inteiro de Grupos de Seguidores.

Oikós Latino se reúne na Expolit

Nos dias 13 a 18 de maio, aconteceu em Miami (EUA) a 10ª Expolit, uma feira internacional voltada ao público cristão com seminários, workshops, exposições de editoras de materiais diversos e concertos em geral.

Neste ano, Pr. Roberto Lay, Dr. Ralph Neighbour, Bill Beckham, Mario Vega e Joel Comiskey foram convidados para dar palestras e também debater a respeito do crescimento mundial de igrejas em células.

Segundo Pr. Roberto, que falou sobre a transição de igreja convencional à igreja celular, cerca de 10 mil pessoas participaram diariamente da Expolit. "Esta foi a primeira vez que se tratou do tema células na Expolit", completou Pr. Roberto.
Ainda segundo Lay, aconteciam paralelamente 30 seminários, e suas apresentações tinham uma média de 50 pessoas presentes todos os dias.

"As igrejas estão vendo que células não são mais um programa, mas um sistema que contempla cuidado, pastoreio, discipulado e evangelismo", disse ele, e acrescentou: "As igrejas precisam voltar ao movimento de resgate do ser humano".
Para Lay, existem dois tipos de igrejas, uma denominada "MONUMENTO" e a chamada "MOVIMENTO", ou seja, na Monumento, usam-se os recursos para a manutenção e preservação da igreja. Nesse caso, a igreja tem uma característica "estática" e sempre voltada ao passado.

Já na igreja "Movimento", Pr. Roberto explica que sua característica é a dinâmica, isto é, usa seus recursos para a expansão da Igreja de Cristo. Segundo ele, é para esse conceito que as igrejas precisam retornar.

Voltando à Expolit, Pr. Roberto lembrou que foi debatido com o grupo Oikós Latino (que é formado por líderes ligados à visão celular, como Dr. Ralph, Bill Beckham, Mario Veja, Joel Comiskey e ele próprio), onde se decidiu lançar na próxima edição da feira uma Bíblia com comentários e notas chamando a atenção e ressaltando os valores da vida em comunidade, ou seja, a vida em células. "Se não a lançarmos no ano que vem, pelo menos devemos levar a ideia já mais amadurecida à Expolit 2011", completou.

Roberto Lay destaca que o Oikós Latino tem como propósito ajudar pastores e igrejas da América Latina que tiverem interesse em fazer a transição para o modelo celular. Mais informações podem ser obtidas no site www.oikoslatino.org .
Após a Expolit, o Pr. Roberto foi ministrar em uma igreja Batista em Dallas, no Texas. Essa igreja é pastoreada por Bob Roberts, que convidou o pastor Roberto para falar sobre a transição e instruir a liderança local. "Eles ficaram convencidos da importância de fazer a transição dos "Pequenos Grupos" para "Células", ressaltou Roberto.

Roberto Lay esclarece que os chamados "Pequenos Grupos" possuem objetivos diversos, enquanto que nas células enfoca-se o viver na presença e poder do Espírito com um propósito especifico.

Por fim, Pr. Roberto destacou de forma descontraída a ação de Deus nessa sua visita à igreja em Dallas. Isso porque, ele foi convidado a sair do Brasil e ir até os Estados Unidos para falar sobre a transição de igreja convencional para celular. O detalhe disso tudo é que essa igreja está a menos de 300 quilômetros de onde tudo começou, ou seja, de Houston, onde vive Dr. Ralph Neighbour. "Nosso Jesus é cômico", concluiu.

extraído do site: http://www.celulas.com.br/